além de outros assuntos de
interesse regional e nacional da categoria como redução da jornada de trabalho
para 40h semanais, o fim do fator previdenciário, maior fiscalização por parte
do Ministério do Trabalho e ainda a regularização das contribuições sindicais.
O ministro intensificou junto aos representantes melhorias
nas condições de trabalho no setor de frigoríficos e o cumprimento de novas
regras para garantir condições de saúde e segurança dos trabalhadores.
Manoel Dias ressaltou a preocupação do MTE com relação às
condições de trabalho no setor de frigoríficos e afins. “O Ministério do
Trabalho e Emprego está realmente comprometido em regularizar as condições de
trabalho e dar andamento aos assuntos pendentes da categoria”, observou.
Para o diretor da CNTA Afins, Miguel Padilha, a maior
preocupação dos trabalhadores em frigoríficos é com o cumprimento das novas
regras de saúde e de segurança no setor, com a reformulação estrutural e a
concessão de pausas durante o trabalho. “O encontro mostrou que o ministro está
realmente comprometido com a classe trabalhadora e, claro, com a relação
capital e trabalho. A NR-36 foi negociada entre o governo, empresas e
trabalhadores e essa iniciativa mostra que o MTE se colocou como um tripé,
mostrando que o ministro entrou para tomar decisões e tocar o barco para
frente”, disse Padilha.
Padilha, que também é secretário da CNTA Afins para a região
Sul e presidente da Federação dos Trabalhadores nas Indústrias de Carnes e
Derivados, Indústrias da Alimentação e Afins do Estado de Santa Catarina (FETIAESC),
defendeu que mudanças objeto da NR-36 irão beneficiar, principalmente,
trabalhadores de grandes empresas do sul do país. “No nosso entendimento esse é
um grande avanço para diminuir as doenças ocupacionais e, com isso, o gasto do
Governo Federal irá reduzir a partir da diminuição de pessoas afastadas e
dependentes da previdência social. A conquista de um trabalho com saúde
significa gerar lucro e com isso todo mundo ganha.”, avaliou.
O encontro também serviu para discutir outros interesses da
categoria, como a redução da jornada de trabalho para 40 horas semanais, o fim
do fator previdenciário, a fiscalização trabalhista e a regulamentação de
contribuições sindicais.
Fonte:http://portal.mte.gov.br/imprensa/mte-discute-com-industria-da-alimentacao-nr-36/palavrachave/alimentacao-frigorificos-nr-36-seguranca-e-saude.htm
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